Cidades Invisíveis parte da ideia de que existem cidades que não se enxergam, mas se sentem. Territórios feitos de memória, silêncio e movimento. Inspirada em Ítalo Calvino, nas curvas de Niemeyer e nos padrões de Athos Bulcão, a coleção transforma arquitetura em linguagem: modelagens guiadas por linhas orgânicas, estampas que transitam entre o geométrico e o fluido, e tecidos que desenham espaços no corpo. Entre razão e poesia, a coleção mapeia a mulher que habita o tempo com ritmo próprio: urbana, sensível e sempre em construção.
Em um mundo que vive com excesso de estímulos e conexões digitais.
Cada pessoa cria seu próprio microambiente, territórios emocionais onde hábitos, rotinas e crenças se organizam.
Como nos terrários, esses micromundos funcionam em ciclos próprios: protegem, moldam e, às vezes, isolam.
A coleção Micromundos traduz esse movimento em shapes, cores e estampas que refletem fronteiras invisíveis — o que aproxima, o que distancia e o que revela a identidade de cada mulher Amarras.